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Acertando ovinhos no carnaval (conto real)

Este relato foi enviado pela dri, uma garota que conheceu o ballbusting e chegou a participar de um antigo fórum brasileiro sobre o assunto.
Aqui, ela conta o que aconteceu durante um carnaval quando ela era mais nova.
Conheça esta história real como ela mesma conta:

Conto da Mari

Olá, meu nome é Mari. Quero contar para vocês minha mais nova experiência.
Ontem fui a uma festa e conheci um carinha muito atraente. Tinha um sorriso bonito, braços fortes, mas o que mais me impressionou mesmo foi ver um certo "volume" dentro de sua calça apertada. Como adoro acertar os bagos dos homens, fiquei imaginando que aquele volume todo deveria ser um belo par de bolas esperando por umas pancadas.
Me aproximei e puxei conversa. Percebi que ele estava bem interessado pois olhava bastante o meu corpo enquanto falava

Voltando da escola de ônibus (Conto)



Olá pessoal,eu sou um apreciador do ballbusting, já tive algumas experiências, mas nada premeditado. O que gosto mesmo é de ler histórias sobre isso. Como sei que muitos outros também gostam resolvi postar uma experiência que tive. Espero que gostem.

Estava voltando da escola de ônibus, por volta do meio dia. O ônibus, como sempre, estava lotado.
Quando entrei no ônibus vi uma mulher que mora perto da minha casa. Ela tem 1,70m, uns 60 Kg, cabelos avermelhados e um bumbum que é de parar o comércio. Ela estava em pé de frente para a janela do ônibus vestindo uma calça de lycra que deixava a bunda dela um tesão, os seios dela também são o sonho de qualquer brasileiro.

Joelhadas na Escola (Conto)

Tem uma garota na escola que a principal defesa dela é a joelhada no saco.
Ela tem 1,72m, 65Kg, morena seios pequenos, bumbum definido e grande, pernas bem torneadas.
Sempre quando estávamos conversando surgia o assunto chute no saco.

Elisa V. (Conto)



Quando eu estava no ginásio, tinha um garoto com quem eu sempre tinha problemas (desde a terceira série ou algo assim), o Rafael.
Até a sétima série estudamos na mesma sala, ele ficava me zoando/humilhando, sempre trocávamos ofensas etc.
No ano seguinte caímos em salas separadas mas continuávamos nos odiando muito e quando nos encontrávamos sempre discutíamos e saíamos muito putos um com o outro.

Relato de Ana Medeiros (Conto)


Poderia contar inúmeros casos iniciais acidentais com primos e amigos. Mas quero começar com o primeiro fato que aconteceu comigo.
Eu já sentia vontade de conscientemente acertar um belo chute no saco de algum menino desde os quinze anos, mas isso só aconteceu quando eu tinha 16.
Um primo meu mais velho teve que se mudar da casa onde morava e passou um tempo morando na minha casa enquanto o apartamento da qual ele iria morar estava em reforma. Moro numa casa grande e tinha um colchão no terraço por causa de uma faxina. Estávamos eu e ele sentados nesse colchão conversando e já nessa idade eu já tinha um corpo de chamar atenção de qualquer cara. Sou baixinha, pernas roliças, bundinda não tão grande mais bem empinada e seios bem durinhos.