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Elisa V. (Conto de Ballbusting)

Este conto foi retirado da internet.
Autor: anonymateus


Elisa V.

Quando eu estava no ginásio, tinha um garoto com quem eu sempre tinha problemas (desde a terceira série ou algo assim), o Rafael.
Até a sétima série estudamos na mesma sala, ele ficava me zoando/humilhando, sempre trocávamos ofensas etc. No ano seguinte caímos em salas separadas mas continuávamos nos odiando muito e quando nos encontrávamos sempre discutíamos e saíamos muito putos um com o outro. Numa festa eu cheguei a derrubar "sem querer" um copo de suco na roupa dele ele ficou muito bravo, foi muito engraçado. E ainda foi bem no começo da festa rsrs.

No final do ano teve o torneio esportivo entre as salas, e teve um pequeno quebra-pau num jogo de futebol, todo mundo invadiu a quadra, ninguém estava se batendo ainda, só gritando uns com os outros. Estávamos eu e ele frente a frente, ele estava crente que a gente ia ficar gritando um com o outro mas eu pensei "essa é minha oportunidade de me vingar desse canalha", nunca tinha chutado um homem no saco antes, mas já sabia há muito tempo que doía bastante. Lembrei de tudo que ele já tinha feito comigo e dei um chute com toda minha força bem no meio das pernas dele. Ele caiu na hora e ficou gemendo quase chorando com a mão no meio das pernas, eu achei super engraçado (pelo jeito umas meninas do meu lado também acharam, pois deram risada quando ele caiu). Além disso a cara dele ficou vermelha, as veias saltadas.
Pouco tempo depois começou o quebra-pau entre as salas e no meio da confusão ninguém deu muita importância pro que eu tinha feito, eu saí da muvuca e fiquei ainda na arquibancada um pouco assistindo a briga e de vez em quando olhando pro Rafael que ainda estava caído lá exatamente da maneira como eu tinha deixado ele. Bem feito! Fui embora e ele ainda estava lá hahaha. No dia seguinte ele ainda estava andando engraçado.

Depois desse dia, fiquei morrendo de vontade de acertar ele de novo até ele implorar para que eu o perdoasse por tudo que ele já tinha me feito. Eu ficava ensaiando na minha cabeça maneiras de discutir com ele para acertar outra bica em cheio nos ovinhos dele, eu tinha adorado vê-lo naquela situação.

Numa quinta-feira eu pensei "é hoje", vesti uma bota com um bico redondo bem duro e fui para a escola. Na hora do intervalo ele estava conversando com uma menina que ele gostava. Ele nem me viu aproximar... cheguei do lado dele e falei "Rafael!" quando ele virou eu acertei com tudo de novo.... foi a mesma coisa, ele gemendo/chorando no chão. A amiga dele deu uma risadinha no começo e eu fiquei falando tudo que eu conseguia lembrar do que ele já tinha me feito de ruim (ela saiu no meio...). Depois de falar tudo que eu queria, demorou uns 2 minutos, ele ainda estava gemendo no chão, tinha até lágrimas nos olhos... falei bem brava que ele tinha que me pedir desculpas por tudo, primeiro ele continuou gemendo no chão como se não tivesse me escutado, eu repeti para ele me pedir desculpas e ele falou "desculpa, desculpa por tudo que eu fiz" com a voz meio tremida, não sei se de dor, de raiva ou de mais o quê. Fui embora toda satisfeita. Depois desse dia eu quase não o vi mais, ele me evitava, se me via ia embora, acho que ficou com medo de mim.

Adolescente dá uma lição em namorado folgado (conto)

Isso aconteceu quando eu estava no colégio.
Na época, Silvia tinha 16 anos, 1,65m, 55 kg. Olhos castanhos, pele clara. Cabelos castanhos, na altura dos ombros. Ombros largos, por sinal. Os braços eram grossos e fortes, mas não era o tipo que tinha músculos definidos.

O mesmo valia para as coxas, que não tinham músculos marcados, mas eram grossas o suficiente para me deixar com medo de um dia levar um chute dela. Seios grandes que chamavam a atenção de todos. Barriga lisa, bunda durinha.

Ela namorava um sujeito chamado Marcio, 17 anos. Tinha 1,70m, 65 kg. Um dia passei numa praça perto da nossa escola e vi os dois discutindo. Ela usava um short que cobria pouco menos da metade de suas coxas, e uma camisa regata que deixava de fora seus braços e seus ombros, sem contar o decote, que não era exagerado, mas revelava um pouco de seus peitos durinhos.

Não dava para ouvir o que eles falavam, mas, de repente, eu vi o Marcio empurrar a Silvia, que caiu de bunda no chão. Ele ficou parado por um instante, enquanto ela se levantava.
A Silvia andou em direção dele, com meio sorriso no rosto. Ele sorriu de volta. Ela acariciou o braço direito dele e, quando eu achei que ela
ia beijá-lo, ela deu-lhe um forte soco no estômago.
Deu para ver que o soco fez com que todo o ar de seus pulmões saísse rapidamente pela sua boca. Ele pôs as mãos na barriga e se dobrou para frente, cambaleando. Silvia o pegou pela camisa, o endireitou e deu-lhe um novo murro na boca do estômago. Pela cara que ele fez, o segundo soco deve ter sido duas vezes mais forte do que o primeiro, e ele caiu no chão.

A Silvia ficou só olhando pra ele, caído no chão, tentando retomar o fôlego. Ele parecia estar se afogando, sem conseguir puxar ar para dentro.
Levantou pela camisa, e só então eu pude notar os músculos em seus braços. Ela tinha um muque maior do que o de muitos homens que eu conheci. Ele ainda arfava quando ela o colocou de pé, o segurou pela camisa, olhou bem nos olhos dele e deu-lhe uma forte joelhada no saco.
Os pés dele chegaram a se erguer do chão com a força do golpe. Ele ficou naquela posição que todo cara fica logo depois de levar uma pancada lá embaixo. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, ela o pegou e o jogou contra uma parede que ficava ali por perto.

Ele ainda estava meio grogue quando ela lhe acertou um chute no saco. O Marcio colocou as mãos no meio das pernas e começou a cair para frente, quando a Silvia o pegou e o jogou de cara para a parede. Ela então chegou perto dele e desferiu um soco na altura dos rins. De repente, parecia que as pernas dele tinham virado geléia, e ele começou a escorregar em direção ao chão.

Antes que isso acontecesse, a Silvia o segurou pelos cabelos, colocou-o de pé novamente e deu outro murro no mesmo lugar. Ela continuou com os socos umas quatro ou cinco vezes. Quando ela já não conseguia mantê-lo de pé direito, ela simplesmente o virou, e os dois ficaram cara a cara.

A Silvia então colocou sua mão direita no meio das pernas dele e começou a apertar suas bolas. Ele começou a ficar histérico e não conseguia reagir. Pelo jeito que os músculos do seu braço ficaram, ela devia estar apertando com muita, muita força.
Depois de uns dois minutos nessa posição, ela o soltou e ele caiu no chão como um saco de batatas, quase desacordado
.
Ela então andou até ele, se abaixou e colocou-o sentado. Depois disso, ela se colocou atrás dele, quase como se ele estivesse sentado em seu colo. Foi então que ela colocou o seu braço em volta de seu pescoço e começou a apertá-lo. Dava para ver a cara de desespero do Marcio enquanto ela apertava a gravata, cada vez mais. Seu bíceps pressionava a sua garganta e não o deixava respirar. Ele batia no braço musculoso dela, como que tentando pedir água. Mas a Silvia só parou quando ele desmaiou.

Ela então se levantou, colocou as mãos na cintura e ficou olhando para o corpo dele caído no chão. Arrumou os cabelos, deu as costas e foi embora.

Dias depois, eu fui falar com ela sobre a briga daquele dia. Ela me disse que costumava entrar em várias brigas na rua dela, e sempre ganhava. Sobre brigar com homens, ela me disse que o golpe que ela mais gostava de usar era mesmo apertar os testículos do cara. Eu me lembro dela dizendo: "Se você acertar um chute no saco de um cara, ele vai acabar se recuperando em alguns minutos e vai voltar para a briga.
O melhor mesmo é apertar as bolinhas com força, e ele não vai voltar mais".

by Carlos
Texto retirado do site:
http://www.thevalkyrie.com/stories/spanish/silvia.txt

Ilustração: EM

Minha 1 vez fora do casamento (conto veridico)

Este conto foi encontrado na net.
Autor: tom


"Conheci essa moça no chat aqui na minha cidade, logo de cara percebi que ela gosta de dominar homens e come-los. Falei pra ela que esse não era meu interesse, foi aí que falei pra ela se conhecia o ballbusting, ela não conhecia pelo nome, mais ja tinha visto algumas torturas, mais não sabia que tinha tantos adeptos.
Fiquei com um certo receio de encontra-la, pois ela se mostrou muito cruel, mais conversa vai conversa vem, nos marcamos um encontro, ela uma mulher na faixa de 30 anos separada, seios fartos pernas torneadas, e pés bonitos. Quando cheguei ficamos conversando bastante tempo, até que começamos, estavamos na sala, levantei do sofa e abracei ela com as pernas abertas, e recebi o 1º golpe uma joelhada, sentei novamente no sofá, apesar de estar de calça ja doeu um pouco, ela me levantou e pegou minhas bolas, e apertou, novamente por estar com calça não doeu muito mais ja senti o que viria, ela me pegou e me deu mais 2 joelhadas, sem muito efeito, mais muito gostosas e eu ja estava excitado, ela me levou pro quarto, chegando la ela em empurrou na cama e pisou nos meus ovos, foi então que ela tirou minhas calça e minha cueca, aí amigo, o negocio ficou forte rs. ela deu o 1º chute sem nada pra amortecer, nossa que chute, uma dor enorme invadiu meu corpo, e ela começou a torturar pra valer. Ela gosta muito de bater no pau, deu varios tapas e esfolou ele todo com seu pé, foi muito bom, depois ela me colocou de 4, ela me dizia que o maior desejo era chutar o homem de 4, e mandou o pé com força nos meus ovos, foi o chute mais forte que tomei, muito bom, e apesar de tudo, ela tinha me dito no msn que não transaria, so iria bater mesmo, mais no final ela me recompensou metendo meu pau todo esfolado em sua boceta molhada de tesão. Ela fala me come forte se não vai apanhar, e eu ja sem forças com meu saco todo rocho e o pau esfolado num tinha outra opção. Até que gozei, foi muito bom essa esperiencia, pois era com uma mulher que não tinha a menor dó, ainda não a encontrei novamente pessoalmente, diz ela que da proxima não vai pegar leve, o que pra mim foi um espanto, achei que tinha pegado pesado. Até breve vou tentar postar todas minhas experiencias aqui."

O ponto de ônibus (Conto)

Certo dia um camarada cujo apelido era Fish, andava pelas ruas do centro da cidade do Rio de Janeiro. Usava um daqueles óculos enormes de 8 graus, ele sempre quis que uma mulher, de preferencia bem gostosa, o chutasse no saco, mas só nesse dia foi que ele teve coragem de pedir...